A maioria dos cidadãos se envolve em algum tipo de atividade comercial, ainda que para cada profissional existam cerca de três trabalhadores à disposição deles. Mercadores e donos de lojas, armeiros, artistas de todos os tipos vivem e trabalham na cidade, muitos deles usando magia para incrementar seus feitos. Alguns contratam profissionais arcanos a fim de melhorar suas performances quando possuem verba suficiente.
As pessoas vivem próximas às cidades, comprando nos mercados, trabalhando e relaxando quando tem a oportunidade. Estes cidadãos tem maior acesso às conveniências mágicas do que a população que vive nos campos. As Casas da Marca do Dragão mantêm pavilhões e empórios na maioria das grandes cidades, onde seus serviços podem ser requisitados com certa facilidade. Profissionais arcanos são mais comuns nas cidades e metrópolis, e mesmo uma grande vila tem acesso a postes de luz em seu centro mais movimentado.
Numa cidade, a lei e a ordem imperam – ou pelo menos tentam. A patrulha da cidade vigia as ruas, postos avançados protegem as estradas comerciais e as caravanas de passageiros que as utilizam. A corte e seus conselheiros possuem decisão a respeito de leis, decidindo disputas e determinando a culpa ou inocência de quem for processado.
As metrópolis e grandes cidades possuem estilos bem diferentes das áreas rurais e pequenas aldeias. A população em geral costuma usar bem seu dinheiro, e da classe média para cima, todos se preocupam com a aparência e estilo. Nas áreas mais agitadas das cidades, o movimento é constante, e mesmo durante a noite existem inúmeros lugares para se visitar, teatros, casas de ópera, casas de jogos e estalagens onde se pode aproveitar boa música e comida. Cada reino possui sua peculiaridade, a moda é diferente de um lugar para outro, as influências na arte, culinária e arquitetura, tudo possui aspectos bem característicos, e para aqueles que viajam bastante, é possível discernir um cidadão da Britúnia com um de Karrnath apenas pelo modo como eles andam.
Normalmente, aventureiros e exploradores, mesmo não parando em um único lugar, costumam possuir uma casa no reino que nasceram, pois por mais vasto que seja o mundo, é sempre bom saber que existe um lugar para chamar de seu.
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