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Durante a Última Guerra, a quantidade de piratas nos mares alderianos era surpreendente. Por causa disso, a Casa Deneith se prontificou a criar a Companhia Njord, uma grande armada naval, cujo serviço podia ser requisitado pelos reinos que desejassem patrulhar suas bordas.

Por causa da grande movimentação pirata no arquipélago de Windsan, a Companhia Njord muitas vezes encontrava resistência grande o suficiente para se manter afastada do local. Seu poder estava mais em proteger embarcações solitárias do que a de realizar um ataque em grande escala contra o verdadeiro foco do perigo.

Com o fim da Última Guerra porém, a Companhia Njord viu a necessidade de mudar seu propósito. Ainda que fosse possível contratar seus serviços de proteção, agora era também o único modo de cruzar o oceano, podendo chegar aos continentes mais distantes de Alderion.

Ainda hoje, os Piratas de Lazzhar são grandes inimigos da Companhia Njord, mas não são tolos de ficar na mira de suas armas. Muitos destes piratas hoje possuem Cartas de Navegação, e são considerados "mercadores" de acordo com a lei. A realidade entretanto, é bem diferente. Desde que Windsan se autoproclamou soberana, seu regente tem tido muito trabalho para tentar legalizar as rotas mercantes de seus cidadãos. Entretanto, há um longo caminho para se percorrer ainda.

A Companhia Njord possui embarcações movidas por força elemental, e deslizam sobre as águas em grande velocidade e segurança. Sua artilharia inclui grandes balestras, capazes de atirar enormes projéteis em seus alvos.

Pouco antes do fim da guerra, a Casa Deneith deu início à construção de uma embarcação que pudesse se mover submersa, com o auxílio de elementais do ar que mantinham sempre oxigênio renovado em seu interior. Entretanto, só foram construídas três destas embarcações, pois com o fim da guerra não havia mais a necessidade de tais veículos. Ainda assim, estes colossais navios realizam certas missões para alguns reinos, mantendo-se assim sempre bem conservados e prontos para serem usados.